sexta-feira, 4 de junho de 2010

Post #129

"(...) And now you see your first mistake was thinking that you couldrelate
For one or two minutes she liked you
But the fix is in
You're all pretension
I never pay attention
Nobody broke your heart
You broke your own because you can't finish what you start
Nobody broke your heart
You broke your own because you can't finish what you start
Nobody broke your heart
You broke your own because you can't finish what you start
Nobody broke your heart
If you're alone it must be you that wants to be apart"

Alameda - Elliott Smith

Post #128 - Elliott Smith


"
O que falar de Elliott Smith, um homem que com sua música cativava a todos e ainda cativa os eternos fãs,
com músicas que são como historias de nossas vidas, de sentimentos rancorosos e tristes. Quem nunca disse algum dia, "Elliott me entenderia!?"
Seu toque no violão sua inteligência em criar melodias tão comoventes e tão profundas, o fez um gênio, um poeta que gostava de viver no anonimato, fazia musica por amar e não buscando ser uma puta atrás de dinheiro e fama.
"

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Either/Or - 1997

1. Speed Trials
2. Alameda
3. Ballad of Big Nothing
4. Between the Bars
5. Pictures of Me
6. No Name No. 5
7. Rose Parade
8. Punch and Judy
9. Angeles
10. Cupid's Trick
11. 2:45 A.M.
12. Say Yes


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texto e download tirados do blog PoInt IndiE

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Post #127

Eu já devia ter aprendido que, na medida que as coisas vêm melhorando, elas tendem a piorar. Por que será que eu ainda insisto em sorrir quando meu dia foi bom, mesmo sabendo que os próximos que virão vão ser uma bosta? tsc... tsc...


"E agora, em meio de tanta coisa, me dá uma grande vontade de chorar." - #25

Post #126

Só mais um postzinho irrelevante de alguém meio irrelevante.

"E é agora que eu entendo.
Como eu posso estar mal.
Porque eu sou um alguém.
Sem uma pessoa especial.

E é em noite assim,
Que a vida você vai perdendo.
A lágrima cai dos olhos,
Junto às palavras que vão lendo.

Palavras que machucam demais.
Furam mais fundo que prego.
Em noites assim você não nega.
Que o que mais queria era ser cego.

O tempo passa e eu fico bem,
Com o tempo vou esquecendo.
Mas não dá pra tira-la da cabeça.
Essa lição eu não aprendo.

Na poesia quando a palavra dói.
É muito fácil identificar.
É isso que dá não ter a voz.
E agora só me resta lamentar.

E é no silêncio do meu pranto.
Que eu ficarei em segredo.
É na dor do meu pesadelo.
Que continuarei te querendo.
Com o poder de mudar tudo.
Ficarei aqui sofrendo.
Como posso ser tão idiota?
Juro.. Eu não entendo."


Dá pra resumir meu dia em uma palavra: desgraça.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Post #125

Ah, poxa, é mesmo... Tá começando junho, coisa e tal. E isso pra mim é uma bosta. Razões pessoais, sabe? Então... Era isso.

Post #124

Cai uma folha seca ao meu pé.
Pego-a e a olho bem.
Coloquei-a no meio de um livro.
Pois precisa de calor também.

Chegando no centro do parque.
Meus fones me fazem ausente.
No mundo eles são os únicos.
Que hoje me deixam contente.

Viajo sentado num banco.
Sem ouvir um terrestre falar.
Permaneço de olhos fechados.
Até a música acabar.

Não quero falar como estou.
Ou o quão batido está o coração.
Pois, quando uso fones de ouvido.
Disfarço totalmente a solidão.

Faz muito frio hoje no parque.
O termômetro beira os quatro.
Sabia que devia ter saído de casa.
Com pelo menos mais um casaco.

O café que seguro na mão.
É mais eficaz do que a luva.
O céu, por sua vez, é agora cinza.
E pelo jeito, por aí vem chuva.

Me sinto triste assim sozinho.
E só o frio me acompanha.
Tenho momentos de felicidade. (curtos, mas tenho)
Acho essa, uma coisa estranha.

Tirando o fone dos ouvidos.
É que minha tristeza explode.
Eu não preciso de pessoas.
Pois eu tenho meu iPod.
(quite ironic)

E é por isso que eu fico assim.
Aqui no banco da praça sentado.
Tenho barba e feias olheiras.
E vivo aqui sempre calado.
As pessoas me olham com pavor.
E eu me sinto embasbacado.
Mas eu só queria ter alguém.
Para sentar ao meu lado.

Post #123

É, tentei fazer umas rimas, mas hoje nem saiu nada.
Talvez agora não saia mais de vez.